Sentidos e Aprendizagem - uma revisão da forma de estudar para concursos públicos
Os sentidos não devem ser esquecidos no processo de aprendizagem. O esforço e o estudo são fatores muito importantes, certamente, mas a experiência vivenciada pode representar um diferencial fundamental muitas vezes.
Desse modo, quando for estudar, deve pensar principalmente nos objetivos daquele processo, pois sem uma vinculação dessa natureza, a apreensão fica prejudicada.
Afinal, nossa memória é muito mais eficaz quando são estimulados outros sentidos. Não é a toa que muitos livros sobre aprendizagem, baseados em estudos científicos, ensinam que é necessário o uso de cores, sons, imagens, odores no processo, como formas de estimular a memorização.
A incapacidade de memorização, muitas vezes, pode estar relacionada com uma aprendizagem para não aprender. Isso mesmo. Pode parecer loucura, mas muitas vezes a pessoa não aprende ativando a memória, o que dificulta o processo de aprendizagem, se não o inviabiliza.
No estudo para concursos públicos não é diferente. Não é raro o conselho para rever a forma como estudamos, como lidamos com o processo todo de dedicarmo-nos aos estudos e preparação para concursos. Muitas vezes, aprendemos muitos anos atrás uma forma errada de estudar e não paramos para pensar, ao passar dos anos, que podemos estar estudando de forma errada.
Na escola, não raro associamos a capacidade de decorar informações como um atribudo de uma boa memória. Mas não se trata de apenas isso. A memória é muito mais do que um "arquivo", e deve ser estimulada, portanto, de diversas formas.

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